Mudança histórica! Esse é o nome que resume a conferência em apenas duas palavras. Estive na 27a edição da conferência da Fiel e como de praxe quero resumir o que vi, ouvi e vivi ali. Blogs como Tempora-Mores  e Renato Vargens  resumiram bem o evento e Voltemos ao Evangelho e Iprodigo fizeram o trabalho de cobertura. Não tenho muito a acrescentar mas tenho o desejo de relatar as percepções.

Excelentes mensagens. Mauro Meister palestrou sobre o conceito de missão de Deus no Antigo Testamento focando no Evangelho proclamado na Antiga Aliança. Muito conteúdo dentro de um tema pouco explorado no contexto conservador-confessional.

Franklin Ferreira pregou sobre o chamado de Jeremias fazendo uma aplicação ao nosso chamado para ministrar o Evangelho como vocação e não profissão seja como pastor, seja como docente, professor de EBD ou líder ativo na igreja. Embora o estilo do Franklin seja bastante focado no ensino, foi surpreendente sua ênfase mais devocional, pastoral e passional sem claro, perder a profundidade que o caracteriza.

R.W. Glenn foi a revelação da conferência. Ele é um jovem obreiro que serve como pastor de pregação e substitui John Piper quanto este se ausenta de sua igreja nos cultos dominicais. Está a altura de seu discipulador. Pregou sobre graça com bastante graça o que foi gracioso para os ouvintes.

Stuart Olyott foi o nome da conferência. Pregou sobre Jonas em suas quatro mensagens, cada capítulo em cada plenária. Com muita simplicidade (sem ser simplório) e dotado de um humor refinado, conforme disse meu amigo André, cativou os congressistas ministrando a Palavra com muita autoridade e experiência pastoral. Ele serviu como pastor na Europa e hoje mentoreia pastores no país de Gales. Suas mensagens foram a prova de que mensagens simples são poderosamente usadas por Deus para transformar vidas.

John Piper é muito conhecido e explanou três vezes a relação da glória de Deus com evangelização e missões. Houve muita crítica em relação a não haver nenhuma novidade. Eu discordo delas pois acho que procede de uma alta expectativa e Deus acabou fazendo diferente. Glória a Ele, não é mesmo? Confirmou aquilo que já achava, um homem apaixonado por Deus e simples. Foi isso que cativou.

Augustus Nicodemus foi bem relevante na sua exposição de alguns capítulos de Romanos. Além da profundidade da pregação foi feliz em aplica-la dentro do tema da conferência e também da realidade brasileira e dos inimigos do Evangelho.

Teve mais.......

Workshops a tarde que eu não pude assistir; Stands missionários apresentando vários ministérios; livraria recheada com lançamentos (principalmente de Piper) com excelente desconto; lançamento da revista do Iprodigo (em que tive a honra de ser um dos articuladores); reunião com a imprensa e blogueiros (inclusive os não-intensos-com-blog como eu) e reuniões ministeriais e conversas informais com servos de Deus que trouxeram aprendizado e encorajamento no Evangelho; Demostração do trabalho internacional do Desiring God, ministério dirigido por Piper e o lançamento do site do DG em português chamado Satisfação em Deus.

Cuidando do coração e lutando contra ídolos

Acho que a vinda de um personagem conhecido e a atração de muitas pessoas é saudável e importante para o avanço do Evangelho no Brasil mas há de se ter cuidado com o coração e não deixar a vaidade, a idolatria e outros ídolos substituírem o Deus que o preletor mais enfatizou ser o detentor de toda a glória e majestade.

Resultado e futuro

A Fiel reuniu mais ou menos 2600 pessoas e a conferência estendida para o Mackenzie e o Rio de Janeiro. Um evento de enorme proporção que marcará o avanço do Reino de Deus e do Evangelho no Brasil mostrando um evangelicalismo bíblico, reformado e saudável em detrimento de erros que tem feito muito mal a igreja no Brasil como teologia da prosperidade e liberalismo teológico na academia dentre outros. Alguns preletores falaram que o Evangelho está crescendo no sul global e o bastão está passando do norte para o sul porém o sul deve agarrar com firmeza esse bastão. 

Seja Deus glorificado sempre e que Ele nos dê toda a graça para fazermos a diferença e exaltar e proclamar o Evangelho. 

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Excelente adoração ministrada pelo meu amigo: o Pastor Dell Cordeiro. Letra e melodia muito edificante e tocante. Lembrança do que Jesus Cristo fez por nós na cruz. Indico com muito gosto.

Recentemente ouvi um sermão em inglês do Pr. Eric Mason sobre como crescer no processo da santificação através do sofrimento onde ele expôs 2 Tessalonicenses 1 aqui. Eu mesmo já preguei sobre esse tema e já escrevi sobre isso aqui no blog. Todos esses conceitos bíblicos estão sendo relembrados e o Evangelho aprofundado em nossa família nesse momento de luto. 

Minha sogra faleceu nessa quarta-feira de forma repentina. 

Nesse momento de dor o que nossa família pode aprender?

1 - Que a dor é uma realidade pós-queda de Adão marcando a presença do pecado no cosmos e em nós mesmos nos lembrando do afastamento de Deus e da necessidade do Evangelho para a reconciliação e preservação na presença Dele. Jesus não nos promete ausência da dor mas a vitória sobre ela (João 16:33).

2 - Que o deserto faz parte do preparo de Deus na história da salvação para a terra prometida. O livro de Números em hebráico é entitulado MidBar que significa deserto. O êxodo no deserto tipifica a libertação que o Evangelho nos trás da escravidão do pecado e um novo rumo, novo alvo rumo a terra que Deus prometeu ao Seu povo. Podemos pensar que a vida é um deserto aonde a dor nos prepara para a morada eterna com Deus tanto na glória após a morte quanto na nova criação de Deus no dia da redenção final. A dor e o deserto aprofundam a nossa relação com Deus através do Evangelho e nos preparam para o nosso encontro com Cristo no céu.

3 - Na inevitabilidade e realidade da morte. Os puritanos tinham a prática do preparo em família para a morte. Ela é consequência do pecado (Romanos 6:23) mas foi derrotada e morta pela morte do Senhor Jesus Cristo na cruz (1 Co 15).

4 - Que Deus soberano e o Espírito Santo é o maior conselheiro e consolador que vem ao nosso encontro através do Evangelho de Jesus, o Filho. 

5 - Que a morte é lucro (Fil 1:21) e que minha sogra, que conheceu o Evangelho, está na glória com Jesus. Perseverou até o fim e completou sua carreira cristã criando uma filha maravilhosa nos caminhos do Senhor, serviu ao seu marido durante anos e foi uma amorosa e dedicada sogra.

6 - Em toda a dor, redescobrimos o Evangelho no sofrimento e dor que Jesus Cristo passou em vida e no sacrifício na Cruz do calvário. 

Continuamos aprendendo e crescendo com Deus nos momentos de dor. Que Ele seja sempre glorificado.


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(Foto: Eulina, eu e Jonathan Dodson)

1 - Faça refeições com não-cristãos
2 - Vá a pé, em vez de ir de carro (se possível claro)
3 - Seja freguês (de algum estabelecimento comercial)
4 - Desenvolva seus hobbies com não-cristãos
5 - Converse com seus colegas de trabalho
6 - Voluntarie-se em alguma ONG
7 - Participe de eventos na cidade
8 - Sirva seus vizinhos

Bem prático e sem necessidade de comentários. Encarnar o Evangelho, amar e servir as pessoas.

Jonathan Dodson é pastor na Austin City Life, autor de alguns livros, mantém um site pessoal e foi um dos preletores da segunda conferência da Atos 29 no Brasil.

Informo aos leitores que o blog passará por mudanças de nome e template. O nome do blog terá o meu próprio nome (para eu não mudar de nome novamente em cinco anos) e será um template mais sóbrio. 

Aviso também que nossa família estará retornando ao Rio de Janeiro capital, até final do ano, após quase dois anos de ministério na cidade de Iguaba Grande. Teremos novos desafios que serão divulgados brevemente.

Peço a oração de cada leitor e que Deus seja glorificado.


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Quem tem lido meu blog ou me conhece pessoalmente sabe que estou completamente comprometido e conectado com a reflexão e prática missional e tenho refletido e escrito sobre isso sempre que possível e é um tema que tem aquecido meu coração e continuamente ardendo dentro de mim. Fui muito missional na prática mesmo sem saber o que a palavra significava nos primeiros anos de conversão como evangelista urbano no bairro que morava. Depois no seminário, mesmo vibrando com a academia, a igreja onde atuava exigia uma postura missional. Continuo professando pela graça mediante a fé a mesma Teologia bíblica-reformada que motivou o início na blogsfera. E hoje milito pela relação Teologia e Missão buscando sempre cumprir a grande comissão de Jesus (pressuposto do que é ser missional) como discípulo dele e professando Jesus, o Pai, a humanidade e a redenção como revelado nas Escrituras. 

Quando o mundo ocidental era influenciado pelo cristianismo, missões significava levar o Evangelho para outros paises geralmente pagãos (e ainda significa e tem a sua urgência e lugar). A medida em que a pós-modernidade vai tomando corpo no Brasil, as gerações X e Y são desconfiadas da religião institucional embora ansiosas pela espiritualidade pós -moderna sem trabalhar com categorias absolutas em sua epistemologia (como saber ou como ter conhecimento). Hoje é urgente a necessidade de ensinar que todo cristão é um missionário e se não o é, "é um inpostor" (Charles Spurgeon). A sua vizinhança é um campo missionário e não somente o missionário pago e "profissional" que atua na agência ou na junta denominacional.

Como estou fomentando a reflexão e prática missional preciso escrever, sem presunção, como podemos ser missionais no nosso estilo de vida.

1 - Entenda que como discípulo de Jesus , a sua vida é uma missão e você é um missionário. Independente se faz parte de alguma agência ou junta missionária ou não, se é tempo integral no serviço cristão ou não, se é antigo na frequência a igreja ou recém - convertido, você é um agente da missão na história da redenção.

2 - Enfatize mais o que Deus está fazendo na história em seu contexto local e priorize o Reino de Deus do que seus problemas pessoais e seus dramas existenciais (não estou dizendo que suas dores não são importantes ou minimizando o seu sofrimento). Claro que precisamos de consolo e encorajamento, mas quero fomentar nesse ponto a prioridade do avanço do Reino de Deus na história através da sua vida e da sua igreja local. Ore, atue, se engaje na missão de Deus em redimir todas as coisas, inclusive nós pecadores, através da obra de Cristo na cruz. 

3 - Invista tempo com pessoas não-cristãs (casa, vizinhança, trabalho, clubes, shopping, etc....). Se conecte com vidas que não conhecem Jesus e procurem aplicar o Evangelho em suas vidas. Ame e sirva essas pessoas. Não fique enclausurado no gueto da sub-cultura "evangélica" mas interaja com as pessoas não-cristãs ao seu redor.

4 - Participe ativamente da vida de seu contexto local (bairro, cidade, distrito). Viva a vida no seu local. Seja freguês e seja assíduo nos locais (academia, restaurante, padaria, shopping, locais de estudos, cafeterias).

5 - Antes de evangelizar a pessoa, seja amiga dela. 

6 - Conheça a cultura do seu local e se relacione com ela (nem fugindo totalmente nem abraçando-a totalmente). Biblicamente, a cultura está sob efeito da queda e por isso tem aspectos pecaminosos porém reflete a imagem e a criatividade de Deus. Nem tudo pode ser rejeitado nem abraçado apriori. Cristo redime a cultura (Col. 1:20; 2:20).

7 - Olhe para fora de sua igreja e ajude seu pastor a fazer o mesmo. As vezes, cristãos ficam viciados em estrutura de igreja e de forma religiosa acaba se detendo mais nos problemas internos esquecendo a missão da igreja em glorificar a Deus e adora-Lo servindo a comunidade local. 

O que Deus está fazendo com a nossa família.

Contar experiência pessoal é um terreno perigoso. Minha motivação é abençoar você que está gastando tempo lendo essa postagem fomentando a vida em missão. Tudo o que Deus está fazendo conosco é pela Sua graça e para a Sua glória. Só quero testemunhar o que Deus tem feito em nossa vida.

Eu e minha esposa, nascidos e criados no Rio de Janeiro capital servimos o Senhor em uma pequena cidade na ensolarada Região dos Lagos a mais ou menos 100 km da capital. 

Nós equilibramos nossa dedicação a igreja com lazer. Vamos ao cinema, cafeteria e a praia (em cidades próximas aonde moramos). Ali nos conectamos com pessoas e buscamos fazer amizade com elas. Também participamos de encontros esportivos na cidade onde moramos. Eu faço um curso na cidade. Isso tem gerado um imenso privilégio de apresentar e compartilhar o Evangelho. Claro que há muito o que fazer e nem sempre somos bem sucedidos. Mas confiamos no Senhor (1 Co 15:58). Fazemos isso mesmo eu sendo pastor em tempo integral e atuando na igreja. 

Que Deus levante seus servos em uma postura missional e transforme essa geração consumidora (da religião) em autênticos missionários em seus contextos locais.

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Polêmica, sincera e real, o título da postagem em forma de pergunta expõe as inquietações primeiramente pessoais e também compartilhada por outros discípulos de Jesus que lideram igrejas e desejam e anseiam por uma igreja marcadamente missional onde os discípulos vivem em seus contextos locais de forma intencional iluminando e salgando seu ambiente vivencial.

Ser missional não é um modismo eclesiológico importado de fora do país mas sim viver o Evangelho na prática de vida. Missional foi o termo alcunhado para vivenciar a grande comissão como mandamento do Senhor Jesus Cristo em Mateus 28:18ss. A grande comissão não é um pedido nem uma opção mas sim um mandamento para os discípulos devendo ser uma filosofia de vida, um modus vivendis para os resgatados por Cristo. Em tese todo discípulo é um missionário de Jesus em seu contexto local, o que torna errado o olhar religioso de que somente os missionários "pagos" e "profissionais" são responsáveis pela missão. A missão está na própria prática da Trindade econômica (termo teológico usado para o envolvimento da Trindade na redenção dos pecadores) em que Deus Pai envia o Deus filho, Jesus Cristo, para o resgate dos pecadores e ambos enviam o Deus Espírito Santo para aplicar a redenção e o crescimento que procede dela. Usamos o termo Missio Dei para isso: a missão de Deus.

Mas se é tão claro quanto a água por que não temos isso na prática? Por que é tão difícil implantar igrejas com o DNA missional? Por que é mais difícil ainda conduzir uma transição de igrejas estagnadas e estabilizadas para igrejas missionais? Sem a presunção de ser exaustivo ou de responder todas essas perguntas de forma profundamente necessária, as respostas partem de inquietações e observações pessoais e de conversas com amigos.

1 - O problema da idolatria, o ídolo do coração humano e a religião. Calvino vai dizer que o coração humano é uma fabrica de ídolos. Após a queda do primeiro homem, Adão, representando a raça humana (Romanos 5:12-18) o coração do ser humano passou a adorar outros "deuses" e não mais o Senhor como Adão o fazia antes da queda. Assim, Caim matou Abel pela idolatria a si próprio. Na torre de Babel em Gênesis 11, a idolatria leva os homens a construirem uma torre para tentar ser igual a Deus. Esse é o problema da religião tão entranhada no coração do brasileiro. Ser missional é detestar a religião e amar o Evangelho com intensidade. Mas por causa da nossa colonização e influência cultural, o Brasil é um país religioso e as vezes uma pessoa convertida por Jesus pode ter o sincretismo religioso causando uma miopia na sua ótica evangélica do discipulado. A religião (a idólatra tentativa de se achegar a Deus pelas próprias mãos e vias, ou seja, pelas obras) é um obstáculo a um estilo de vida missional.

2 - Idolatria, religião e instituicionalização: Como consequência do ponto anterior, uma dificuldade de ser missional em nossa pátria é que a colonização brasileira e sua origem romana e feudal faz com que haja vícios institucionais no discipulado. Daí, desprezamos a forma de discipulado e crescimento orgânico que o Senhor Jesus ministrou aos discípulos. Não estou afirmando que a instituição é ruím ou deve ser desprezada. Muito pelo contrário, ela tem o seu lugar no avanço do Reino de Deus. Porém muito se enfatiza a instituição em detrimento do caráter orgânico do discipulado em amar, servir e treinar as pessoas no Evangelho de Jesus. Isso faz com que haja inflexibilidade nas formas e uma dificuldade em ministrar a um contexto brasileiro e pós-moderno na perspectiva do discipulado e da missão.

3 - Humanismo e má Teologia: Nossa cultura positivista ou pós-moderna, dependendo do ambiente, acredita no mito da bondade intrínseca humana. O semi-pelagianismo orienta boa parte do contexto evangélico. Daí se vê o discipulado legalista, religioso e moralista (ou a polarização para uma práxis libertina e licensiosa) em detrimento de um discipulado evangélico centrado na graça de Deus. Confessa-se a salvação pela graça mas esquece-se dela no discipulado não entendendo que a graça que redime é a graça que preserva.

4 - Consumo religioso, Super mercado da fé e a comercialização do Sagrado: Desde os contextos híper-pentecostais (prefiro esse termo do que neo-pentecostal) até históricos e a herética teologia da prosperidade desde sua versão estrita até uma forma mais diluída tem permeado igrejas que tratam seus membros como consumidores. Em contextos históricos do protestantismo brasileiro, a igreja é vista como um hospital somente e um pastor o capelão profissionalmente pago para evangelizar e cuidar dos doentes. Em igrejas contemporâneas o pastor é um executivo e os membros clientes da fé.

5 - O ídolo do sentimento: Valorização das emoções exacerbadas em detrimento do uso da mente e da pratica de vida. Não estou desprezando o uso das emoções. Elas tem o seu lugar mas não são as emoções que guiam as nossas vidas. Elas devem estar conectadas com a mente no uso da Bíblia para a crença e a prática de vida. Escrevi sobre isso especificamente  aqui.

Apontando caminhos:


Pode parecer que pintei um quadro negativo mas é isso mesmo. Com isso não quero parecer desanimado e nem dizer que desacredito do sonho de ver cidades sendo influenciadas pelo Evangelho de Cristo. Mas o objetivo foi apontar algumas barreiras que procedem do pecado e são transformadas pela graça de Cristo. O caminho para uma igreja missional marcada por discípulos encarnando o Evangelho na comunidade é a perseverança, o ensino e treinamento e paciência de saber que, as vezes, é necessário longos anos para treinar uma comunidade em nossa pátria.

Que Deus nos fortaleça nessa árdua tarefa enquanto aguardamos novos céus e nova terra. Vem, Jesus!

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