"Senhor , nosso Deus e nosso Pai através da redenção em Jesus Cristo, nosso Senhor,
tenha misericórdia de nós. Venho interceder junto aos leitores do blog pelo Japão e pela tragédia ali.

Tenha misericórdia daquelas pessoas que foram afetadas, perderam entes queridos, bens materiais, estão desabrigados e carecendo de alimento e também proteja Senhor as áreas afetadas pela radiação. Cuide também do teu povo e da tua igreja, teus filhos salvos em Cristo para que busquem mais o Senhor e cuide dos missionários estrangeiros e seus familiares na terra de origem que ficam preocupados. Que o Espírito Santo console o coração de todos. Que o Senhor continue a mobilizar a humanidade para continuar a agir com solidariedade e seja com as autoridades governamentais daquele país, oh Senhor Deus.

Rogamos ao Senhor por saber que és soberano sobre toda terra e todo céu. Que és o Todo-Poderoso que criou todas as coisas e a sustenta por meio de tua mão, de tua providência. És soberano sobre as tragédias e todos os acontecimentos e que tenhamos firmeza nessa verdade.

Que não és um "deus fraco" que , ao manifestar a sua bondade abre mão da sua soberania e que ao ser soberano não deixa de manifestar a sua bondade aos teus filhos e a toda humanidade. Tu és glorioso digno de toda honra e louvor, glória e majestade.

Que esse acontecimento seja usado pelo Senhor para proporcionar um avivamento naquele país, um grito e a proclamação de um evento: O Evangelho; a morte e ressurreição de Jesus, Deus filho para a reconciliação do indivíduo perdido com o Senhor.

Que o Senhor conceda graça ai coração do teu povo para que não sejamos endurecidos e caíamos na incredulidade, pois somos fracos e essas tragédias muito nos abalam Senhor.

Que o Senhor grave a mensagem de Isaías 45: 7 em nossos corações. E que não caiamos na tentação farisaica de julgar e/ou querer sondar os teus caminhos e teus pensamentos quando é hora do silêncio.

Seja com eles e fortaleça o nosso coração, por tua misericórdia em nome do teu filho amado, nosso Senhor Jesus Cristo, amém"

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Uma rede de plantadores de igrejas ainda é algo embrionário no Brasil. Ainda vivemos a transição da modernidade para a pós-modernidade (e ainda temos contextos na pré-modernidade). O contexto evangélico na modernidade foi marcado pelo surgimento das denominações conseqüentes do movimento oriundo da Reforma Protestante no século XVI. No período de transição da modernidade para a pós-modernidade, é possível e até comum, termos igrejas de uma mesma denominação na mesma localidade e ainda sim refletirem diferenças teológicas, eclesiológicas e práticas. Com isso, não quero levantar a idéia de que denominação é ruim, pois se somos cristãos, fazemos parte de alguma e se não for o caso, pelo menos uma igreja local (um cristão não sobrevive sem ela, mas isso é assunto para outra postagem). Pelo contrário, devemos amar o contexto que Deus nos colocou, mas, ainda assim, podemos aprender com outros contextos.


Uma rede de plantadores de igrejas reúne igrejas, pastores, plantadores e líderes em torno de convicções teológicas e práticas em comum. Pode-se reunir em torno de convicções mais específicas (um exemplo disso é a Acts 29 Network que mantém uma teologia reformada, carismática quanto à convicção da atuação do Espírito Santo na igreja, missional quanto à postura dialogal a respeito da cultura, igreja dirigida por uma pluralidade de presbíteros e etc....) ou pode girar em torno do Evangelho puro e simples debatendo como contextualiza-lo e impactar a cidade local com Ele (como o Restore Brazil, que participo mensalmente do treinamento).

O fato de participar (formalmente ou informalmente, filiação ou apenas freqüência nos treinamentos) de uma rede mesmo fazendo parte de uma denominação histórica não quer dizer que eu vá mudar algum distintivo específico que a caracteriza. Apenas me reúno com irmãos em Cristo que querem que o mesmo Reino avance para que a cidade do Rio de Janeiro (e adjacências) seja impactado com o Evangelho do Senhor Jesus Cristo.

Para isso recebemos treinamento mensal sobre visão, missão, estratégia e discipulado (treinamento de liderança); teologia centrada no Evangelho além de oração, testemunhos e pastoreio de pastores.

Fato é que tem sido uma benção tremenda em minha vida. Acredito que futuramente mais e mais redes surgirão pois já se passou o período moderno em que um homem com uma visão fazia todo o trabalho. Com a velocidade de informações e o advento da pós-modernidade, mais e mais igrejas e líderes se reunirão em torno de uma mesma filosofia de ministério.

Então segue os motivos porque acredito em redes de plantação de igrejas (e consequentemente revitalização das existentes e estabelecidas):

1 – Pela biblicidade, vide o livro de Atos e o modelo paulino de plantação e rede com os seus cooperadores de ministério.

2 – Pelo maior uso e reflexão mais profunda dos dons espirituais existentes nas Escrituras.

3 – Pela maior comunhão existentes entre líderes. Com isso , há confrontamento e crescimento em Cristo através do aconselhamento. Líder isolado fica vulnerável a vaidade e consequentemente desliza por não caminhar com outros. Também há auxílio e pastoreio para um líder que enfrenta alguma dificuldade pessoal ou ministerial.

4 – Poder aprender com líderes mais experientes. O aprendizado é contínuo para um discípulo de Cristo que serve na igreja.

5 – Estrutura mais flexível e informal.

Isso não quer dizer que adeptos de redes sejam rebeldes e não acreditem em instituições. Pelo contrário, a idéia é maior aprimoramento para melhor e mais eficiente serviço à Igreja e a causa de Cristo. À medida que a pós-modernidade e o pluralismo de idéias surgem, mais e mais líderes, mesmo em uma única denominação podem pensar de forma diferente e até mesmo oposta (ex: um conservador e outro liberal, teologicamente falando).

Como um pastor de uma igreja local e estabilizada de um contexto histórico pode escrever sobre rede de plantação e se beneficiar dela? Pelos motivos escritos acima. E isso é possível? Sim. Para revitalização da igreja sem ferir os distintivos ou plantação com uma filosofia de ministério.

As redes não estão surgindo para substituir as igrejas, mas para servi-las. Que Deus, o Senhor da Igreja use as redes para espalhar de forma poderosa o Evangelho da graça de Cristo para que mais e mais vidas sejam transformadas pela e para a Sua glória.

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Uma época em que todos, de alguma forma ou de outra aproveitam para diversão ou descanso é o feriado de carnaval. Os foliões seguem em blocos ou escolas de samba, cristãos vão para retiros espirituais ou acampamentos com suas igrejas ou usam o feriado para evangelizar em algum lugar ou evento específico.
Por isso, seguem alguns passos para como aproveitar melhor esse feriado para a glória do Pai:

1        - Aproveite melhor o feriado para crescer com Cristo. Seja indo para algum retiro ouvir um bom pregador e ter comunhão com outros irmãos e irmãs em Cristo, ou seja, ficando em casa só ou com a família aproveite para ler mais a Bíblia e investir um bom tempo na oração.
2        – Aproveite o feriado para visitar um amigo não-cristão para compartilhar o Evangelho e falar de como Jesus tem sido relevante para a sua vida.
3        – Aproveite o tempo no feriado para participar de algum evangelismo ou imersão missionária em algum lugar carente da pregação do Evangelho.
4        – Separe o que é cultural do que é pecado. Claro que o cristão não deve jamais compactuar com o pecado e há lugares no carnaval em que há exposições não saudáveis mas lugares em que há apenas manifestações culturais sem a promiscuidade comum nesse feriado  (o que admito, é muito difícil e raro no carnaval) o cristão pode aproveitar para atuar de forma missional.

Espero que esses tópicos sejam uma benção do Senhor em sua vida através do Evangelho de Jesus Cristo.

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1 - Devemos ter cuidado com toda análise e evitar o julgamento (Mateus 7:1). Devemos fazer a leitura e entender as dificuldades de cada um entendendo que cada caso é um caso.

2 - 1 Coríntios 13 salienta sobre o amor. Devemos ter amor , agir com amor.

3 - Dependendo da situação, cabe uma conversa, um conselho ou até mesmo uma repreensão considerando os princípios acima.

4 - No caso dos faltosos, aqueles que são membros e não frequentam as reuniões cabe a disciplina eclesiástica (Mateus 18). A Editora Fiel tem 2 livros sobre o assunto (www.editorafiel.com.br) : 9 Marcas de uma igreja saudável, Mark Dever e Jim Eliff, Disciplina na Igreja.

5 - Devemos entender que existem níveis de envolvimento da membresia e que cada um tem sue limite. As vezes uma pessoa vai somente aos domingos porque trabalha muito mas oferta bastante para a igreja e para missões, outro pode ter um ministério e dom de intercessão e nínguem ficar sabendo. Outro pode ser relapso mesmo e carece de exortação. Tudo deve ser bem fundamentado e a ação deve ser guiada pela sabedoria de Deus (vide Provérbios).

Vídeo muito instrutivo sobre algumas dúvidas que pessoas tem sobre acontecimentos na Bíblia. 




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Legal Gabriel, lembro de você. Essa não é uma questão essencial no Evangelho mas se está nas Escrituras Sagradas devemos refletir em cima dela. O caminho é nos debruçarmos em cima dela e de seus estudiosos e chegarmos a uma conclusão (ou não) ou próximo de alguma. Está no caminho certo.




Eu também não tenho todos os pontos e nuances claras mas uma leitura cuidadosa de Atos 2 e 1 Coríntios 12 a 14 vão sustentar alguns pontos como por exemplo: a existência de um dom de línguas. Agora, como esse dom processa é que são elas. Um bom livro também é do J.I Packer: Os Gigantes de Deus: uma visão puritana; Ed. Fiel. O capítulo sobre os dons em John Owen lançam alguma luz sobre essa questão.Creio que o dom não cessou ainda que seja o menor deles mas tem utilidade para a igreja e creio que Deus pode usa-lo para o evangelismo em outro idioma caso Ele queira atuar extraordinariamente. Mas confesso que preciso de maior clareza no que se refere a esse dom. Obrigado pela pergunta.